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Novo-Português

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Hoje faz quatorze anos desde que o "Novo-Português" foi implantado. Uma revolução linguística que colocou o Brasil em destaque mundo a fora.

Antes, era muito fácil ofender alguém, mesmo que sem querer, pois não existiam muitos mecanismos no idioma, como o gênero "neutro", por exemplo. Agora, somente os "tácisfas", uma palavra criada para designar os que eram contra à nova língua — e, por tabela, a todas as minorias e ao povo em geral — não o utilizava.

Novela da vida real

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A novela da vida real mais uma vez faze-se presente. Um ciclo que parece interminável.

Pela nona ou décima vez, ao retornar para casa, minha vizinha encontra o cadeado quebrado, a porta arrombada e os armários e gavetas sem nada.

O que fazer senão ir atrás da lei e da ordem? Mas que ordem e que lei? Logo nas primeiras vezes foi feito tudo conforme o manual: anúncio à polícia, boletim de ocorrência e mais um número nas estatísticas. Agora, então, qual é a garantia de que não será tudo igual?

Niklas Jansson

Olá querido leitores do Escritor ao Vento! Após um certo tempo sem postar nada, trago-vos a história de Niklas Jansson, inspirada no clip da música Epona, da banda sueca Eluveitie.


Então, agora que vocês já assistiram ao clip e, sem mais demoras... boa leitura. Ah! Caso você tenha gostado da história, por favor, compartilhe com seus amigos, conhecidos e, qualquer coisa, os comentários estão aí para isso!

A princesa do alto da torre

Este texto resolvi escrevê-lo assim mesmo: sem parágrafos e com a leitura corrida. Espero que gostem desta forma "vanguardista". Boa leitura!

Antes da Missa do Galo


O que pode significar uma simples ia ao banheiro? Para Júlio, um rapaz na casa dos treze para os quatorze anos de vida, uma experiência inesquecível...

O professor

Edvaldo é um daqueles sujeitos de boa índole e cheios de ideais. Formara-se professor porque acreditava piamente na educação como forma de melhorar a sociedade e tornar todos iguais — mesmo sob protestos de sua velha mãe, que sonhava com um filho advogado ou até mesmo médico.

O corpo na calçada

Em meio à chuva, estirado na calçada, um corpo coberto por papelão e um fino lençol sujo. Ao seu lado, o fiel amigo de quatro patas dormia encolhido pelo frio.

Deveres

Eu deveria estar a fazer questões para enviar às professoras da escola onde faço estágio de Língua Portuguesa, mas estou aqui. Já li e reli os textos diversas vezes, pensando e avaliando o que pode ser extraído deles; o que posso perguntar a respeito deles. Os três discursam a respeito do assalto sofrido pelo apresentador Luciano Huck, há um tempo: o primeiro é justamente o desabafo do apresentador enviado ao jornal Folha Uol (a versão online do jornal Folha de São Paulo), o segundo, uma crônica pelo ponto de vista dos assaltantes e, a terceira, uma carta aberta falando sobre o desabafo e sobre a crônica. Um tema, três textos, três visões diferentes.

O dragão

Olá! Demorou, mas mais uma vez trago um conto novo, aliás, uma crônica. Espero que gostem. Ah! Eu resolvi ampliar a letra do blog para facilitar a leitura. Espero que gostem. Boa leitura ^^

O DRAGÃO

Imagem retirada da internet para fins ilustrativos. Para ir à imagem na fonte, clique aqui.

Um dragão entra pela sala; um grande monstro lagartiano cheio de escamas e com olhos vermelhos como o sangue. Seu hálito cheira a querosene e sua respiração é quente como o inferno.

O novo caso da barca do inferno e do céu

Em 1517 o mundo conhecia um livro chamado "O auto da barca do inferno", do autor português Gil Vicente. Infelizmente é somente isto que vou poder dizer a respeito dele, mesmo porque na hora em que meu professor de Literatura, um senhor de uns quarenta e poucos anos, chato que nem o cão, falava sobre ele, eu não tirava os olhos daquela que seria minha primeira namorada — e que namorada! Lamentavelmente não será esta a história que vou contar — talvez algum outro dia eu conte a respeito do muro da quadra da escola que Jenifer (aquela de quem eu não tirava os olhos durante a aula) e eu soubemos aproveitar "muito bem".

O sapo


Era uma vez, em um reino não tão distante, um pântano, cheio de vida e principalmente de sapos.

Todos os dias era a mesma coisa: acordar, coaxar, comer uma mosca ali, uma mosca aqui, fugir de algum predador tentando a sorte...

De vez em quando aquele pântano recebia a visita ilustre de uma princesa ou mesmo de uma sonhadora querendo achar o seu "príncipe-sapo". E ai era aquela sessão de beijos daqui e para lá. Infelizmente era muito raro alguma delas encontrar o seu "feliz para sempre" ali, mas às vezes acontecia.

O telespectador

Sentado em frente a uma enorme caixa mágica está um jovem qualquer. Ao seu lado um anjo de luz que, vez ou outra, levantava-se para pegar pipoca ou mesmo encher os copos com Coca-cola.

“Começa o show da vida!” anuncia um homem de terno e gravata, na caixa mágica. O cenário atrás dele é formado por estrelas e planetas. “Quer mais pipoca?” pergunta o anjo. O rapaz consente com um gesto de cabeça.

Claro pecado


A imagem não poderia ser mais clara: ele tendo-a em seus braços, abraçando-a, beijando-a e, por fim, possuindo-a, da melhor forma que a natureza encontrou para cumprir a regra do “crescer e multiplicar”.

“Nojento” e “repulsivo” são as palavras da vez; palavras singelas, porém, de sentimentos complexos que poucos têm coragem de expor.

Pensamentos sujos


Num vale de flores murchas e desbotadas, sentado em frente a uma fonte seca e suja estava um rapaz — um alguém que não vale a pena descrever. Ele havia acabado de chegar.

Em sua cabeça pensamentos tão sujos quanto a fonte em sua frente o torturavam; pensamentos iguais a filmes de terror que perseguem as crianças que se aventuram a descumprir a recomendação dos pais de não os assistir.

29°C


Fazia 29°C lá fora. Um alívio para os quase 40°C que assolou boa parte do dia.

No quarto, a madrugada iluminada pela brancura da luz fluorescente contrastava com o sentimento de alegria. A tela do computador acesa e as centenas de fotos espalhadas pelo perfil de uma grande rede social reforçavam o quão inútil e inexpressiva pode ser a vida de um ser humano.

Um sentimento estranho

Um sentimento estranho, angustiante, invade minha alma e me faz querer derramar lágrimas.

As lágrimas, essas lágrimas que querem cair, fruto desse sentimento, são fortes, mas eu resisto bravamente — a melhor invenção para disfarçar um choro é um sorriso.

O Quinto Padrinho

Ele a olha como se não existisse mais nada no mundo e ela retribui. Os dois beijam-se e selam a união: a partir daquele momento eram uma só carne, uma só vida. À frente, a observar, os padrinhos os aplaudiam; estavam contentes também, tanto quanto eles — principalmente quatro, das cinco pessoas escolhidas como testemunhas daquela união. Os próximos seriam eles.

Gestos


É uma noite de nuvens a cobrir a lua que mingua no céu e de iluminação amarelada vinda das novas lâmpadas de uma velha universidade — com cara nova. Dois estudantes conversam: uma belíssima caloura de olhar e sorriso marcante e um calouro bem conhecido. Os dois conversam até uma das partes descobrir o quão valiosa é uma "atitude certa".

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BRANCA DE NEVE E OS SETE LADRÕES — CAPÍTULO DUPLO (FINAL)

De pele branca como a neve e lábios vermelhos como a noite, seu nome era Branca de Neve. Mas não se engane: conhecida por todos, e odiada por sua madrasta, ela e sua grande (e quem sabe algo a mais) amiga Jana vão passar por tribulações e provar que ambas têm força para lutar e para vencer!

BRANCA DE NEVE E OS SETE LADRÕES — XII LEALDADE

De pele branca como a neve e lábios vermelhos como a noite, seu nome era Branca de Neve. Mas não se engane: conhecida por todos, e odiada por sua madrasta, ela e sua grande (e quem sabe algo a mais) amiga Jana vão passar por tribulações e provar que ambas têm força para lutar e para vencer!